| Publicado em: 24/10/2017 08:50:00

A Smarket, de Florianópolis, surgiu em 2013 com a proposta de potencializar as promoções e a agilizar a produção de materiais de divulgação do varejo. 

O software desenvolvido pela startup catarinense conecta dados de estoque, validade, preços e estatísticas de venda, resultando na identificação dos produtos mais estratégicos para entrarem em promoção e automatizando a produção de tablóides, por exemplo.  

A empresa está presente em 13 estabelecimentos distribuídos em seis  estados e prevê para 2017 a expansão da sua atuação para farmácias e home centers.

Em geral, o lucro real dos supermercados representa apenas 2% de seu faturamento total. São muitos os processos que, por falta de automatização e modernização, se tornam lentos e caros.

O varejo brasileiro faturou em 2016 mais de 400 bilhões de reais e estima-se que 47% desse valor tenha sido originado por meio de promoções

A tecnologia da Smarket pretende aumentar essa porcentagem e funciona assim: o software une os dados de tabelas de preço, rentabilidade e estoque, por exemplo, possibilitando a identificação dos melhores produtos e os momentos adequados para o lançamento de promoções. 

No caso da produção de tablóides, as informações são então transferidas para um programa de diagramação, que estrutura o material e o prepara para a impressão. Com isso, cada dado alterado nas tabelas é automaticamente atualizado no encarte, diminuindo o tempo do processo de emissão da propaganda, que, manualmente, poderia demorar a cerca de 15 dias. 

Marcela Graziano, CEO da Smarket, defende que a empresa é sustentada em três pilares: estratégia, processo e inovação.:

“Queremos melhorar os processos dentro dos mercados por meio da inovação. Mas essa mudança precisa ser estratégica para que possa se adaptar a cada realidade e maximizar o aproveitamento de cada produto em promoção”.

 

IDENTIFICANDO A PROMOÇÃO

Por meio do software, a empresa auxilia os estabelecimentos varejistas a identificarem como cada promoção se comportará, se o produto venderia a mesma quantidade mesmo com um preço mais caro, se o barateamento de um produto não vai prejudicar outros do mesmo setor e qual mídia é mais indicada para cada tipo de promoção -  que podem ser mais agressivas ou mais duradouras. 

A solução está na sua terceira versão, que foi desenvolvida deste ano passado com a entrada do CTO da empresa, Paulo Silva.

Estima-se que a metade das promoções realizadas não geram aumento nas vendas ou, muitas vezes, causam prejuízo aos mercados. Marcela defende que isso acontece porque faltam ferramentas para uma tomada de decisão técnica. 

“Queremos levar inteligência ao varejo, de forma acessível. Tornar o varejo brasileiro cada vez mais eficiente e estratégico, utilizando a tecnologia”, ressalta a CEO.



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