Têxtil | Publicado em: 09/02/2017 19:25:00

O programa 55, com origem no Japão tem o objetivo e reduzir o desperdício, aplicando princípios de organização e limpeza, além de aumentar a produtividade por meio de melhorias realizadas pelos próprios colaboradores no ambiente de trabalho.

O programa conta com cinco sensos: seiri, seiton, seisou, seiketsu e shitsuke, traduzidos em utilização, ordenação, limpeza, saúde e autodisciplina, nos quais são incorporadas praticas e atitudes nas rotinas das empresas para alcançar os objetivos.

“Somos indivíduos e seres únicos e é em função disso que as empresas têm dificuldades nesse sentido. As diferenças entre o jeito de ser e de fazer as coisas, ao longo do tempo, geram desorganização. O 5S serve para nivelar essas diferenças com alguns padrões de práticas”, diz o analista da Gestão da Qualidade da Brandili Têxtil, Fernando Rescaroli.

Rescaroli conduziu o projeto que repaginou e relançou o programa para mais de 1,3 mil colaboradores administrativos e operacionais.

O processo de implementação é realizado através de uma conversa com todos, principalmente com os gestores, estendendo as necessidades de cada setor e o que esta atrapalhando a produtividade.

"A partir dessas informações, os pontos são analisados e dá-se início à construção do programa. Os objetivos devem ser claros para todos da organização", explica Rescaroli. 

O prazo para implementar o programa, desde o planejamento até o lançamento, durou cerca de três a quatro meses com profissionais dedicando-se à condução do projeto.

As estratégias para alcançar o sucesso contam com o auxilio de avaliadores treinados para fazer observações sobre o andamento e prática do programa nos ambientes de trabalho.

De acordo com o analista, um ponto muito importante é buscar incrementar o programa com novidades, como por exemplo, adicionar novos itens de verificação e divulgar dicas a cada 15 dias.

"Os resultados começam a ser notados imediatamente, logo a partir da implementação do programa", diz. 

Entretanto, a mudança de atitudes e hábitos adquire-se aos poucos, levando em torno de seis meses.

"Para a empresa, sempre há uma evolução na cultura com relação ao programa. As pessoas elogiam e trazem sugestões e abordagens para tudo ficar melhor", informa Rescaroli.

O analista conta que antes da repaginação na Brandili, havia 50% de assiduidade de avaliadores nas auditorias mensais, já agora, são 97%.

"Os avaliadores relatam que são bem recepcionados nas áreas da empresa, tornando o trabalho mais natural. Além disso, o aspecto visual das áreas está melhor, o que proporciona mais qualidade e organização no ambiente de trabalho", explica Rescaroli.

Ele finaliza destacando que um ambiente organizado diminui os riscos de acidentes e doenças profissionais, além de contribuir com a produtividade.




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