Cidades | Publicado em: 07/04/2017 20:49:00

A chegada do primeiro navio de cruzeiro a Balneário Camboriú movimentou a cidade desde cedo, na manhã desta quinta-feira, 6 de abril. Antes das 8h, quando o transatlântico apontou na Praia Central, os olhares da população se voltaram ao mar.

O navio, de altura equivalente a um prédio de 23 andares, parou no Atracadouro Barra Sul, de onde desembarcaram cerca de 2.500 pessoas. Elas aproveitaram as nove horas em que o cruzeiro permaneceu ancorado na costa de Balneário Camboriú para conhecer a cidade e região.

O MSC Preziosa tem 330 metros de comprimento e 68 de largura. O navio saiu de Santos (SP) na segunda-feira (03) e passou também por Búzios (RJ), levando a bordo 1.500 tripulantes e 3.808 passageiros. O transatlântico foi o primeiro de muitos que a cidade espera receber.

“Hoje é um dia histórico para Balneário Camboriú. Estamos recebendo o primeiro navio cruzeiro, de centenas que virão. A vinda desses cruzeiros vai fomentar a gastronomia, o comércio, o turismo e aquilo que Balneário Camboriú tem de melhor, que é saber receber as pessoas", disse o prefeito Fabrício Oliveira.

Às 10h30, a bordo do MSC Preziosa, o prefeito e o comandante do transatlântico, o italiano Marco Massa, trocaram placas. A troca de placas é uma cerimônia tradicional realizada quando um navio visita uma cidade pela primeira vez. Entre os presentes na cerimônia, estavam também o vice-prefeito, Carlos Humberto, o diretor geral da MSC Cruzeiros, Adrian Ursilli, o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vinícius Lummertz, e o empresário Júlio Tedesco, da empresa responsável pela vinda do cruzeiro, entre outros convidados.

“Por tantas vezes eu passei fora daqui e tive vontade de entrar. Hoje, poder atracar aqui é um sonho que se torna realidade. Quem não gostaria de morar em Balneário Camboriú?”, revelou o comandante, dentro da embarcação, na recepção aos convidados.

Ao desembarcarem, os turistas foram recebidos com música e intervenções artísticas e ainda, foram convidados a conhecer o artesanato, a cultura, a gastronomia e o comércio do Município, concentradas na Rua 4.900, na entrada dos Molhes da Barra Sul, na Passarela da Barra e na Praça do Pescador. Para o tour pela cidade, haviam diferentes formas de deslocamento colocados estrategicamente na Barra Sul: bicicletas, táxis, ônibus da Expressul e Bondindinho.

Passageiras do Cruzeiro, as amigas Sueli Sepeoli, 60 anos, e Maria Zilá Souza Nanzer, 61, de Guariba (SP), aproveitaram o tempo livre para andar de teleférico e ir na Praia de Laranjeiras. E isso que não eram turistas de primeira viagem na cidade. Balneário Camboriú já é um local para onde elas sempre retornam quando podem. Sueli, por exemplo, passou a lua de mel no Município há 36 anos. “Gostamos de tudo aqui. A recepção foi ótima. Pena que o passeio está acabando”, contou Sueli, no final da tarde, na fila para embarcar no tender que a levaria de volta para o transatlântico. Mas nem na hora da partida ela demonstrava cansaço. Enquanto o grupo Voz do Morro tocava Demônios da Garoa na entrada dos Molhes da Barra Sul, Sueli sambava.

A chegada do navio também atraiu para a Barra Sul os moradores da cidade. Sentada em um banco, saboreando uma pipoca, a aposentada Otília Loch, 69, apreciava a estrutura da embarcação. Foi a primeira vez que ela viu um cruzeiro. “Fui até a ponta (dos molhes) para enxergar melhor, mas ele está longe”, contou.

Chegada do transatlântico é comemorada por comerciantes

O comércio lucrou com o vaivém dos passageiros. Na lancheria de Flávio da Igreja, na Barra Sul, as vendas cresceram 80%. “Eles compravam lanches, bebidas e pediram informações sobre a cidade. Alguns disseram que ficaram felizes quando souberam que o navio ia parar aqui. Espero que mais cruzeiros cheguem”, disse Flávio.

No estabelecimento ao lado, que vende lembranças de Balneário Camboriú, o movimento também foi intenso. Os visitantes compraram canecas, chaveiros e demais objetos com o nome da cidade. “Queria que chegasse um navio assim todos os dias”, comemorou Aldrey Caurio.

Na feira montada na Rua 4.900, especialmente para receber os turistas, o dia foi agitado. Posicionado na ponta da rua, esquina com a Avenida Atlântica, o casal Carlos Alberto Fernandes e Maria Emi Oliveira quase ficou sem estoque de cachaças, escabeches e molhos de pimenta. Os dois também passaram muitas informações aos visitantes e anotaram o que pode ser melhorado para a chegada do próximo navio. “Fiquei muito feliz em ajudar e em passar informações”, relatou Maria Emi.




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