Saúde | Publicado em: 03/02/2017 07:45:00

Na última semana, o estado de saúde da ex-primeira-dama, Marisa Letícia, virou manchete dos principais veículos de comunicação do país.

Ela sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e após ficar dez dias internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio Libanês de São Paulo, Marisa foi diagnosticada, no dia 2 de fevereiro com morte cerebral.

De acordo com a neurocirurgiã Danielle de Lara, o AVC ocorre de forma súbita e, atualmente, é uma das principais causas de mortalidade e sequelas no mundo.

A especialista explica que o AVC ocorre a partir da alteração do fluxo de sangue ao cérebro e, entre os principais fatores de risco, estão a hipertensão descontrolada, diabetes, sedentarismo, obesidade e colesterol alto.

“É possível distinguir e reduzir os casos de AVC se os pacientes estiverem atentos a alguns sinais. A prevenção é possível em muitos casos e a doença pode ser evitada na adoção de um bom estilo de vida”, alerta a médica.

Danielle enfatiza que “os aneurismas cerebrais são mais comuns em mulheres e em pessoas que tem familiares com o problema (risco genético). Geralmente não dão sintomas até o momento em que rompem, causando uma hemorragia no cérebro, com grande risco de sequelas e até mesmo a morte.” 

Conheça os sinais do AVC

Vale lembrar que o derrame cerebral é silencioso, porém, na maioria dos casos é possível identificar alguns sinais de alerta. A neurocirurgiã Danielle de Lara aponta os mais comuns:

Dificuldades para falar, articular as palavras – quando as pessoas ao redor não conseguem entender o que está sendo falado;

Fraqueza em um dos lados do corpo – fraqueza nas pernas ou dificuldades para mover os braços;

Perda subida do equilíbrio – quando a pessoa tem dificuldades para caminhar, por exemplo;

Perda de visão – visão turva ou dupla;

Súbita dor de cabeça – quando a dor é muito forte desde o início, diferente de outras dores anteriores (diferente de crises de enxaqueca prévias, por exemplo), sem causa aparente e não passa.

Pessoas de todas as idades podem sofrer um AVC, porém, o risco aumenta com a idade, especialmente após os 55 anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o aparecimento da doença em pessoas mais jovens está mais associado a alterações genéticas e aneurismas cerebrais.

Se um dos sintomas aparecer, Danielle frisa que é primordial procurar imediatamente um serviço médico especializado.

Em pessoas que tem familiares próximos com o diagnóstico de aneurisma cerebral, também é importante procurar um especialista para avaliar a necessidade de fazer exames cerebrais, para descartar a existência de aneurismas ou tratar antes do rompimento.




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